Polícia Morte natural
Interno morre após passar mal no Presídio de Segurança Média de Três Lagoas
Homem de 58 anos sofreu uma parada cardiorrespiratória durante atendimento médico; caso foi registrado como morte por causa indeterminada, sem indícios de crime.
27/07/2026 21h24
Por: Redação

Sim. Segue a versão com os nomes dos médicos suprimidos, mantendo apenas a identificação da vítima.

Um interno de 58 anos morreu na manhã desta segunda-feira (27) no Presídio de Segurança Média (PSM) de Três Lagoas, após apresentar um quadro de agravamento clínico durante atendimento médico. O caso foi registrado pela Segunda Delegacia de Polícia como morte por causa indeterminada, sem indícios de crime.

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Civil foi comunicada por um policial penal sobre o falecimento de um custodiado dentro da unidade prisional. Após a informação, a autoridade policial determinou o acionamento da Perícia Científica e da funerária responsável pelos procedimentos legais.

No local, foi informado que o interno, identificado como Valter Machado de Souza, de 58 anos, passou mal e apresentou rápida piora no quadro de saúde durante o atendimento. Conforme o registro policial, a vítima apresentou alterações significativas na frequência cardíaca, além de queda na saturação de oxigênio, evoluindo com rebaixamento do nível de consciência e, posteriormente, parada cardiorrespiratória.

A equipe médica realizou diversas manobras de reanimação, com administração de medicamentos e aproximadamente 16 minutos de tentativas para restabelecer os sinais vitais. No entanto, o paciente não respondeu aos procedimentos e o óbito foi constatado ainda pela manhã.

Segundo consta no boletim, Valter era portador de diabetes, informação que deverá ser considerada durante a apuração da causa da morte.

A Perícia Científica realizou os levantamentos no local e o corpo foi encaminhado para exames necroscópicos, que deverão apontar a causa do óbito.

Ainda conforme a ocorrência, o sistema prisional não possui registro de familiares ou contatos da vítima cadastrados na unidade.

A Polícia Civil acompanha o caso, que segue registrado como morte por causa indeterminada, sem indícios de crime, aguardando o resultado dos laudos periciais.